Então É Natal

Em geral, sou mais fã de Festivus do que Natal. Cresci numa familia católica, mais agora não tenho uma religião especifica. Normalmente, fico mais ansiosa que animada com os cânticos do Natal, Santa, et tudo isso. 

Mesmo assim, isso foi meu primeiro Natal longe da minha familia. Por causa do tempo, eu e o Gustavo decidimos de ficar aqui no Rio durante as festas com a familia dele. Originalmente, planejamos trazer aqui para passar as festas com todo mundo — nossos pais nunca se conheceram até agora! — mais os voos eram caro demais e não deu esse ano, infelizmente.

Fiquei muito emocionada nesse época do ano — uma surpresa para mim. Normalmente, minha familia disse que não temos tradições para Natal e só queremos passar o dia juntos. Eu e minha mãe nos damos presentes e jantamos com amigos o primos na tarde. Fazemos um brunch juntas, oferece um novo brinquedo para o cachorro, e relaxamos durante nossas férias.

No entanto, vendo as tradições aqui no Rio clarificou meu relacionamento com o Natal e minhas expectativas sobra a féria. Expetativas que não percebi que eu tive antes!

Então qual são as diferencias?

Primeiramente, aqui é verão. Me acostumo as Natal’s brancos e frios, Natal’s de “não quero ir fora da casa.” Esse ano, no dia do Natal, nós damos um passeio na praia e eu queimei. Todas as decorações tem Papa Noel em seu uniforme do Pólo Norte, mas estamos no Rio e tá 35 graus. Podemos dar esse tadinho alguns bermudas e protetor do sol? Ele não tem bochechas rosadas, queimaduras de terceiro grau!

De mais, as decorações são só para Natal. Como os Estados Unidos tem muito diversidade, estou acostumada ver decorações para Kwanzaa e Hanukkah também. Aqui isso não existe! Sério, ensinei a canção “The Dreidel Song” ao Gustavo porque ele nunca ouviu antes.

O feriado no Brasil é muito mais focado em ficar com a familia ao invés de comprar muitos presentes. As decorações não apareceram até o fim do Novembro e não vi nenhum imagem de uma árvore cheia de caixas com brinquedos. Ao invés disso, nosso shopping local teve um exibição de Frozen onde as criança puderam brincar na “neve.” Me pareceu muito mais calma, menos estressada do que a féria nos Estados Unidos.

É a ceia de Natal onde eu senti mais a falta das minhas tradições. Como uma italo-americana, minha familia ainda come pratos que são muito tradicionais na Italia. Minha tia tenta de cozinhar os sete peixes, mais normalmente nos contentamos com quatro o cinco. Sempre temos macarrão — normalmente ravioli — antipasto, pimentos recheados, azeitonas, queijos, pães, e peru. Sobremesa? Me pare de começar. Há bolos, biscoitos, cannoli, etc. E, com certeza, cafezinho.

Aqui foi tão diferente! Começamos jantar muito mais tarde — as 21h, ao invés de começar a festa as 15h — e o jantar é muito mais simples. Arroz,  bacalhau, farofa. Um escondidinho de palmito. Peru. Algumas sobremesas, incluindo meu tiramisu que quase arruinei mas em vez criei uma versão brasileira. Vou chamá-lo dá-um-levante e usa requeijão e cachaça ao invés de mascarpone e cognac. Contudo, foi um jantar bom com a familia ao invés de uma maratona de comida. Não sei se isso é a culpa da Italia o dos Estados Unidos nesse caso.

O ano que vem, planejaremos ficar nos Estados Unidos para Natal. Estou animada mostrar o Gustavo todas as comidas típicas para mim, especialmente os doces italianos que não pode achar aqui. Estamos planejando já também de fazer rabanada para minha familiar porque o que serve uma troca intercultural se não pode compartilhar suas doces deliciosas, né?

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